A igreja de Éfeso foi repreendida por descuidar-se da prática do verdadeiro amor: ''Tenho, porém, contra ti que deixaste a tua primeira caridade'' (Ap 2.4). A que deficiências se expõe uma igreja como consequência do declínio do amor de Deus? 2.1. Desmotivação para realizar a obra de Deus: Igreja de Éfeso era atuante e campeã nos trabalhos do Mestre, e por isso mesmo foi elogiada (Ap 2.2,3). Observe que as obras citadas foram realizadas no passado. De repente, a igreja perdeu o ânimo, e agora não tem mais motivação para praticá-las, porque faltava a energia do amor. As coisas se tornaram, provavelmente, enfadonhas, ritualísticas, sem brilho, sem objetivo espiritual. Era necessário que voltassem, urgentemente, ao primeiro amor, a fim de praticarem novamente as primeiras obras, que haviam sido abandonadas (Ap 2.5a). 2.2. Retirada da presença de Deus: O que garantia a presença de Deus (Dt 28.1) entre Seu povo no Antigo Testamento era a fiel obediência aos Seus mandamentos. A transgressão dos mandamentos trazia maldição para o povo, separando-o de Deus (Dt 28.15). No Novo Testamento, a prática do amor é, da mesma forma, um mandamento divino a ser cumprido e continua tendo a mesma importância para nosso relacionamento com Deus (1 Jo 4.21). Em Apocalipse 2.5 b, a igreja de Éfeso foi, seriamente, exortada, caso continuasse o esfriamento do amor. Em Apocalipse 1.20, é revelado que as estrelas são os anjos das igrejas, ou seja os seus pastores, e os castiçais as próprias igrejas. Em Apocalipse 1.13, Jesus é visto posicionado bem no meio dos castiçais, isto é, entre Sua Igrejas. Logo, o lugar da Igreja é na presença do Senhor, e removê-la desta posição é um tremendo Juízo, pois significa que a Igreja, pela falta da prática do amor, é removida do único lugar que a torna Igreja verdadeira.
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