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quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

MENSAGEM ABENÇOADA PARA SUA VIDA

 

MENSAGEM ABENÇOADA PARA SUA VIDA

 O Senhor é bom,  um refúgio em tempos de angústia.  Ele protege os que Nele confiam,  Naum 1:7

HORA GOSPEL TUDO PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR

 

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A psicologia, a semeadura e terra fértil

A PARTIR DO MOMENTO EM QUE ACORDAMOS PASSAMOS A SEMEAR, TANTO NA VIDA ALHEIA QUANTO EM NOSSA PRÓPRIA VIDA.

FONTE: GUIAME, DARCI LOURENÇÃOATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 2024 ÀS 15:04
(Foto: Pixabay)
(Foto: Pixabay)

Estava atendendo uma paciente em uma sessão de terapia, quando fiz uma declaração a ela, que decidi compartilhar aqui, por se tratar de algo que está em nosso comportamento, porém muitas vezes não nos atentamos para isso, que é o ato de semear.

Eu disse a ela: “Resolvi que nos meus dias eu vou semear; e o melhor é que a terra seja fértil”.

A partir do momento em que acordamos passamos a semear, tanto na vida alheia quanto em nossa própria vida. Semeamos “sementes” físicas, tangíveis, como um abraço, um beijo, um aperto de mão; ou imateriais, como um sorriso, uma palavra, um olhar... Seja como for, essas sementes estão à nossa disposição e devemos ter consciência delas.

Iniciamos o nosso dia com as mãos transbordando de sementes para serem “lançadas”. No entanto, precisamos ter conhecimento sobre elas e sobre os seus resultados. Também precisamos realizar este ato intencionalmente, para que possamos escolher as sementes antes de lançá-las, assim como a terra sobre a qual será depositada.

Quando eu decido, resolvo, lançar sementes, eu preciso ter em minha mente sobre que tipo ela será. Isso porque a semente sempre corresponderá, ou seja, frutificará o que está depositado dentro de si. A semente de laranja só poderá produzir laranjas. Se a semente que decidi lançar é o sorriso, o resultado estará vinculado a alegria, gratidão, gentileza, ou seja, sentimentos e atitudes que correspondam a este tipo de semente. Em Provérbios 15:13, o sábio rei Salomão disse: “O coração alegre aformoseia o rosto; mas pela dor do coração o espírito se abate.”

Outra atenção que preciso ter, é sobre o solo. Veja: a semente não frutificará, ou seja, não dará o resultado que potencialmente ofereceria, caso o solo onde tenha caído não seja fértil. Jesus deixou isso muito claro na Parábola do Semeador que se encontra nos Evangelhos de Mateus 13:1-23, Marcos 4:1-20 e Lucas 8:4-15.

Nessa parábola, um semeador lança sementes em diferentes tipos de solo. Elas caem em quatro tipos de solo: à beira do caminho, em solo rochoso, entre espinhos e em solo fértil. A mensagem de Jesus enfatiza o papel essencial da receptividade do coração à Palavra de Deus. O solo representa os corações das pessoas, e o resultado da semeadura varia de acordo com a disposição para receber e nutrir a mensagem divina. A parábola destaca a necessidade de ter um coração aberto para que a Palavra possa frutificar e crescer em nossas vidas.

A Bíblia oferece inúmeras outras orientações sobre o ato de semear. Em Gálatas 6:7, encontramos a advertência: "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará." Aqui Paulo fala sobre a responsabilidade com a semeadura, indicando que nossas ações têm consequências, tanto na esfera terrena quanto na espiritual.

O psicólogo Viktor Frankl, em seu livro "Em Busca de Sentido", destaca: "A última das liberdades humanas é escolher a atitude em qualquer conjunto de circunstâncias." Podemos escolher semear positividade e esperança, mesmo quando enfrentamos desafios. Essa liberdade de escolha está diretamente ligada à capacidade de cultivar um solo emocional fértil em nossos corações.

Então, o ato da semeadura não apenas nos desafia a plantar sementes de virtude, mas também a cuidar do solo do coração, garantindo que seja fértil para o nosso florescimento integral.

O Pai ama você!

Darci Lourenção

Darci Lourenção é psicóloga, pastora, coach, escritora e conferencista. Foi Deã e Professora de Aconselhamento Cristão. Autora dos livros “Na intimidade há cura”, “A equação do amor”, “Viva sem compulsão” e “Devocional Minha Família no Altar”.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: Férias: Um Período de Receber o "Vinho Novo" de Deus

Alexandrepfilho Gospel   Via Guiame Gospel 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

MENSAGEM ABENÇOADA PARA SUA VIDA

 

 "Este é o Deus  cujo caminho é perfeito;  a palavra do Senhor  é comprovadamente genuína. Ele é escudo  para todos os que nele se refugiam.  2 Samuel 22:31

HORA GOSPEL TUDO PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR

 

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Cristo secularizado

QUALQUER PESSOA QUE SINTA UM MÍNIMO DE APREÇO POR JESUS TEM A CONSCIÊNCIA DE QUE, AO PRONUNCIAR SEU NOME OU FALAR DE SUAS OBRAS, DEVE-LHE A MÁXIMA REVERÊNCIA.

FONTE: GUIAME, SERGIO RENATO DE MELLOATUALIZADO: TERÇA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2024 ÀS 15:03
Sermão da Montanha, por Carl Bloch, século XIX. (Foto: Wikipedia)
Sermão da Montanha, por Carl Bloch, século XIX. (Foto: Wikipedia)

O tema interesse foi também objeto filosófico. Objetivamente, o interesse deve ser um só, um bem que extrapola a esfera pessoal e íntima de quem pratica a ação e beneficia a todos ou ao menos mais do que o próprio agente. Subjetivamente, nem sempre isso acontece.

Qualquer pessoa que sinta um mínimo de apreço por Jesus tem a consciência de que, ao pronunciar seu nome ou falar de suas obras, deve-lhe a máxima reverência por ele ter sido alguém que não teve outro interesse que não fosse fazer o bem e conseguiu, de fato e de verdade, este intento. Os milagres, o Evangelho pela salvação, o dever de caridade, a recomendação pela santidade e pela vida reta, a irmandade de todos que creem em Deus. Enfim, desafiando o mito do bom selvagem e encarnando num tempo em que Deus era uma mera ideia, Jesus deu o próprio corpo, a vida, se deixou ser torturado e que o matassem por um mundo egoísta e frívolo que se recusa a sentir dor alguma pelos outros. Este o recado da cruz.

Com esta consciência, ao ler e ver coisas belas e bonitas em favor de Jesus, sobre um tal de “Jesus histórico” ou a história de Jesus, sinto escândalo. Um exemplo é de Leandro Karnal querendo secularizar Jesus Cristo com seus documentários no YouTube. Leandro Karnal sendo carnal, querendo carnalizar os outros.

Karnal criou o seu próprio estilo. Dá duplo sentido ao seu próprio nome. Ele explicou seu ateísmo no YouTube. No documentário sobre Jesus ele usa como descrição a frase “Mensagem do Mestre” logo abaixo de “Universo Karnal”. Deixa uma pulga atrás da orelha de quem não se identifica com o mito do bom selvagem e lê nas entrelinhas do interesse: mestre com inicial maiúscula dá a dica sobre quem está se referindo, ao Mestre  (Jesus) mesmo? Quem é o mestre, afinal: Karnal ou Jesus? Dada a crise dos significados dos símbolos, o olhar rápido faz pensar que Karnal é o cara!

Eis a confirmação e, quem sabe, a resposta da indagação acima: nos comentários há mais elogios ao documentário em si e à sua produção do que ao próprio Jesus, ou eles são tão ausentes que demonstram o estrago do secularismo na moralidade cristã. Cristo não é mencionado porque o interesse ali é Jesus, a pessoa caridosa e acética que ele foi, que também é única e digna de ser exaltada, não Cristo, o embaixador de Deus e da fé, o salvador.

Embora Cristo tenha se encarnado em Jesus para mostrar que a dor suporta tudo e ainda serve para salvar quem a suporta pelos outros, não é bem este tipo de dor que o Karnal da universidade quer mostrar com o seu dócil documentário.

Só que Jesus é aquele que dispensa apresentações, podendo existir outros com o mesmo nome querendo imitá-lo ou homenageá-lo, enquanto Cristo é um só. Jesus fez milagres que merecem reverência como atos divinos, entendia Tomás de Aquino (água e vinho, pão e peixe, fluxo de sangue, libertação de demônios, cura do paralítico, cura do cego, cura do leproso, grande pesca, ressurreição de Lázaro, andando sobre as águas, e por aí vai). E Cristo tem a chave da vida eterna.

A Bíblia é a carteira de identidade de Jesus: Josué, filho de Freira (At 7:45; Hb 4:8). Quando o chamaram de Justus (Cl 4:11) ou de Jesus mesmo, o próprio, o Cristo salvador, oficial. Para evitar identidades falsas, ou seja, quem quisesse se passar pelo próprio, Chamaram-no de “Jesus de Nazaré” (Jo 18:7) e “Jesus, o filho de José” (Jo 6:42).

A Bíblia é o diário de Jesus. Ela relata dois períodos: o primeiro, o da sua vida privada até seus trinta anos de idade; e outro, o da sua vida pública, com duração de cerca de três anos. Ele nasceu em Belém, filho de Maria, no reinado do imperador Augusto (Mt 1:1; Lc 3:23; Jo 7:42). Os evangelhos contam mais sobre a vida de Jesus.

Já Cristo é o ungido, a tradução grega da palavra hebraica tornou “Messias”, nosso Senhor. Ungido quer dizer consagrado ao trabalho como profeta, redentor, sacerdote e rei de seu povo. Ele é Jesus, o Cristo (At 17:3; 18:5; Mt 22:42). Assim também é chamado em Isaías (61:1) e por Daniel (9:24-26). A semente da mulher (Gn 3:15), a de Abraão (Gn 22:18), o “Profeta como Moisés” (Dt 18:15). Como diz o Dicionário de cristianismo e ciência, “Acreditar que “Jesus é o Cristo” é acreditar que ele é o Ungido, o Messias dos profetas, o Salvador enviado de Deus, que ele era, em uma palavra, o que ele dizia ser. Isto é acreditar no Evangelho, pela fé de que só os homens podem ser trazidos a Deus. Que Jesus é o Cristo, é o testemunho de Deus, e a fé disso constitui um cristão (1 Co 12:3; 1 João 5:1).”.

Desta forma, Jesus é Cristo. O primeiro fez milagres e é eternamente milagreiro, enquanto o outro foi e ainda é perdoador e salvador. Mas os dois são inseparáveis. Há que se ter cuidado ao falarmos dos dois, nos referirmos a eles. Mas Cristo, sua missão e obras merecem ser exaltadas para além de meros feitos históricos e até mesmo caridosos, como querem fazer acreditar ateístas e carnais como Leandro Karnal. A carne é fraca, mas o espírito vivifica.

Sergio Renato de Mello é defensor público de Santa Catarina, colunista do Jornal da Cidade Online e Instituto Burke Conservador, autor de obras jurídicas, cristão membro da Igreja Universal do Reino de Deus.

* O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame

Leia o artigo anterior: Catolicismo Gayzista

Alexandrepfilho Gospel  Via Guiame Gospel 

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

MENSAGEM ABENÇOADA PARA SUA VIDA

 Sendo o caminho dos homens agradável ao SENHOR, este reconcilia com eles os seus inimigos. Provérbios 16:7

HORA GOSPEL TUDO PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR

 

Silas Malafaia: "Tenha um novo ano com visão do propósito"

No artigo de janeiro da Revista Fiel, o pastor Silas Malafaia falou sobre a importância de caminhar seguindo um propósito

15/01/2024 Silas Malafaia:

Meu irmão, você chegou até aqui? Saiba que existe um propósito para sua vida. O propósito é mais importante que os planos. Planos podem ser mudados, mas o propósito é a razão da sua existência, o objetivo a ser alcançado.

Você já parou para notar que nada nesse mundo é criado sem propósito? Pense bem: os óculos, por exemplo, só foram criados quando alguém teve a necessidade de enxergar melhor. O propósito precede a criação, ou seja, tudo o que foi feito antes teve um propósito para acontecer, e isso não é diferente com a sua vida. O começo é a evidência de que o propósito está pronto. Um dia, Deus imaginou algo que precisaria ser feito, pessoas que poderiam ser tocadas, e então fez você. Portanto, não conduza sua vida como quem não tem motivo. 

Existem propósitos gerais, que são para todos, e propósitos pessoais. Por exemplo, quando o homem foi criado, em Gênesis 2.15, Deus diz para que ele cuide e cultive a terra, ou seja, todos temos que ser produtivos e conservadores da criação. Isso é um propósito geral, assim como o desejo de Deus que todos sejam salvos. Porém, existem propósitos pessoais, que são específicos para cada um.

Ao lermos a Bíblia, vemos muitos homens e mulheres que foram instrumentos de Deus, mas cada um colaborou com um propósito pessoal. Deus não trabalha da mesma forma com todos e, além disso, não revela detalhes a todos. A Josué, Deus disse o que ele iria conquistar. A Noé, Deus deu detalhes de como deveria construir a arca. A Davi, porém, Deus apenas mandou ungir. Ele não sabia o que Deus faria depois disso. Quem te falou que Deus revela tudo o que vai fazer com a sua vida? Ele usa critérios diferentes.

Se você tem detalhes ou não, tenha certeza de uma coisa: Deus não nos deixa sem uma visão de propósito. A Abraão, Deus deu uma visão de sua descendência, mas não disse aonde o levaria. Isso não impediu Abraão de obedecer. Seja fiel, obediente, busque ao Senhor em oração e em Sua Palavra, sirva na sua igreja, e assim você caminhará aonde seu propósito ficará claro e se cumprirá. 
 

- POR SILAS MALAFAIA

Esse artigo faz parte da Revista Fiel de janeiro. Clique aqui para ler a revista. 

Fonte: AVEC

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

MENSAGEM ABENÇOADA PARA SUA VIDA

 Você se lembra de Abaão? Ele viva em Ur dos Caldeus quando o Senhor falou com ele, convocando -o a ir para uma terra que ainda lhe mostraria e daria como herança a ele e a seus descendentes. Sara, a esposa de Abraão, era estéril. E ambos já tinham uma idade avançada quando Deus lhes prometeu um filho por meio do qual seriam benditas todas as famílias da terra  (Gênesis 12;15). No entanto, o que fez  Abraão? Ele obedeceu à voz do Senhor, partindo  sem saber exatamente para onde ia, mas confiando plenamente na Palavra do único, Poderoso e fiel Deus.   

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