Entrada de Jesus em Jerusalém
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Eu agradeço a Deus por sempre conduzir os nossos passos e nos fazer enxergar do jeito que Ele enxerga.
Irmãos, as dificuldades que temos não são pequenas, mas nós temos um Deus que é grande e nos surpreende sempre.
Ele não te deixará sozinho, ainda que seja o pior momento da tua vida.
Tá difícil para você aguentar esta ansiedade?
Elias se sentiu assim e talvez tenha sido o momento mais complicado da vida dele. Veja em 1 Reis 19:9-13:
"Ali entrou numa caverna e passou a noite. E a palavra do Senhor veio a ele: "O que você está fazendo aqui, Elias? "
Ele respondeu: "Tenho sido muito zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos. Os esperados rejeitaram a tua aliança, quebraram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada. ".
O Senhor lhe disse: "Saia e fique no monte, na presença do Senhor, pois o Senhor vai passar". Então veio um vento fortíssimo que separou os montes e esmigalhou as rochas diante do Senhor, mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto.
Depois do terremoto houve um fogo, mas o Senhor não estava nele. E depois do fogo houve o murmúrio de uma brisa suave.
Quando Elias ouviu, puxou a capa para cobrir o rosto, saiu e ficou à entrada da caverna. E uma voz lhe perguntou: "O que você está fazendo aqui, Elias?"
Deus não estava no vento forte, nem no terremoto e muito menos no fogo, mas, no murmúrio de uma brisa suave.
Então acalme-se!
Quando insistimos em focar nos problemas da vida, somos levados sem direção pelo vento fortíssimo, e nos sentimos soterrados e sem perspectivas sendo chacoalhados como em um terremoto, só nos restando morrer, ou até mesmo, nos sentindo impotentes diante de um grande incêndio que parece consumir tudo até a nossa alma.
Quando menos você espera uma brisa suave passa, e com ela a voz de Deus, mansa e delicada trazendo respostas, instruções e mudando de vez o cenário da tua vida, por dentro e por fora.
Vamos orar:
Deus, muda o cenário da minha vida hoje! Toca nos meus sentidos e me faz enxergar como o Senhor está enxergando. Eu escolho hoje não me focar nos problemas, não me deixar envolver pelo vento forte, pelo terremoto ou pelo fogo. Mas ser dirigido pela tua voz matinal e suave. Senhor livra-me de mim mesmo em nome de Jesus. Amém.
Por Claudio Modesto, líder e fundador da CCAL SP – Comunidade Cristã do Alto da Lapa (Instagram @nossacomunidadesp), Docente Local do Instituto Haggai do Brasil e em parceria com a New Covenant Ministries International - NCMI (Instagram @ncmibrasil) auxilia pastores e líderes, de diferentes nações, na edificação de Igrejas Locais. É palestrante com foco em Liderança e Espiritualidade, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas, empresário atuante no setor de Turismo e Lazer e Bacharel em Administração de Empresas.
* O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.
Leia o artigo anterior: Natal: lembre-se do que disse o profeta Isaías
Alexandrepfilho Via Guiame Gospel
CURIOSIDADES SOBRE A ENTRADA TRIUNFAL DE JESUS EM JERUSALÉM
Estudo 22/2021
Por, Pastor Marcos Valerio Fernandes
Aentrada triunfal de Jesus em Jerusalém, poucos dias antes da páscoa judaica, foi um episódio marcante no ministério de Jesus e foi narrado pelos quatro evangelistas (Mateus 21.1-11; Marcos 11.1-11; Lucas 19.28-40).
Segundo a tradição cristã, isso aconteceu no dia conhecido como “domingo de ramos”, iniciando-se a última semana do ministério de Jesus.
A noticia da ressurreição de Lázaro se propagou por toda Jerusalém e mexeu com os ânimos das multidões vindas de todas as partes do país.
No vs. 17, o evangelho narra que a multidão que estivera presente no momento em que Lázaro ressuscitou dava testemunho do milagre realizado por Jesus.
Jesus estava em Betânia, vilarejo próximo de Jerusalém, cerca de três quilômetros. De Betânia, Jesus caminha com uma multidão de pessoas para Jerusalém.
Junto ao Monte das Oliveiras, em um vilarejo conhecido como Betfagé, Jesus pede aos seus discípulos que busquem um jumentinho para que ele possa entrar na cidade montado nesse animal.
Multidões vindas de Jerusalém também saíram ao encontro de Jesus, com ramos de palmeiras (símbolo nacional judaico), proclamando-o como o Rei de Israel.
As pessoas cobriam o chão com ramos e vestes e louvavam a Deus pela chegada de Jesus.
Montado no jumentinho e aclamado pelas multidões, Jesus entra em Jerusalém, se apresentando a Israel como o Messias.
Esse episódio nos traz várias questões importantes e desejamos compartilhar algumas delas com os irmãos:
O profeta Zacarias havia escrito (Zc 9.9) – “alegre-se muito, ó filha de Sião! Exulte, ó filha de Jerusalém! Eis que o seu rei vem até você, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta”.
A chegada na cidade, de um rei ou de um general após uma grande conquista, montado em um belo cavalo e acompanhado pela multidão, era uma manifestação de poder, exuberância, orgulho pela conquista, perante os seus súditos.
Jesus por sua vez, embora estivesse rodeado por multidões de pessoas que o aclamavam, Ele escolheu entrar em Jerusalém montado em um jumentinho, como símbolo do Rei humilde, que vinha em paz a cidade.
O profeta Zacarias havia profetizado esse acontecimento (Zc 9.9), que se cumpre com Jesus.
O Salmo 118 é messiânico e nos versículos 25 e 26 fala-nos com precisão a exclamação da multidão em referência a Jesus: “Bendito o que vem em nome do Senhor”.
No momento em que as coisas aconteceram, os discípulos de Jesus não compreenderam que as profecias estavam se cumprindo, depois se lembraram do que ocorrera e viram que já estavam escritas na Palavra de Deus (vs. 16).
Jesus já havia entrado em Jerusalém por inúmeras vezes, mas nesse episódio, a entrada na cidade ocorre de maneira singular, pois de forma oficial Jesus se apresenta e é aclamado pela multidão como o Rei de Israel.
A nação israelita está diante da necessária decisão, a de reconhecer ou não Jesus como o Messias. Infelizmente, as multidões irão rejeitá-lo e logo depois gritar: crucifica-o, crucifica-o.
Com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, as autoridades religiosas ficaram assustadas, como pode ser observado pelo versículo 19 – “eis aí vai o mundo após ele”.
Todas as manobras e articulações das autoridades religiosas judaicas para matar a Jesus se tornaram mais urgentes e irão acontecer nos próximos cinco dias.
Após ser crucificado, sobre a cruz estava escrito a sua acusação: “Jesus Nazareno Rei dos Judeus”.
Marcos 11.3 – “O Senhor precisa dele…”
Jesus mandou buscar um jumentinho que estava junto com uma jumenta amarrada pelos seus donos, para nele ir montado até Jerusalém.
Nesse jumentinho Jesus desceu o Monte das Oliveiras, atravessou o Vale de Cedrom e entrou em Jerusalém, dentro de suas muralhas, pelo Portão Dourado, sendo proclamado pela multidão como o Rei de Israel.
Conforme diz o texto de Marcos 11.2 ninguém ainda havia montado naquele jumentinho, portando, não tinha sido amansado. Certamente, por essa razão a jumentada foi conduzida ao seu lado para que o jumentinho não se assustasse com o grande barulho provocado pela multidão ao redor.
Que privilégio teve aquele animal! Ele conduziu o criador até Jerusalém!
Sua vida serviu para glorificar o Senhor e ele foi exclusivo do Criador!
Embora fosse um animal resistente e ainda não adestrado, submeteu-se calmamente a serviço de Jesus.
Isso nos fala que devemos ser como aquele jumentinho. Nossas vidas devem ser entregues a serviço do nosso Rei e de seu reino.
Assim como aquele jumentinho levou Jesus até Jerusalém, devemos também ser um canal para levar Jesus até as pessoas que ainda não O conhecem como Senhor e Salvador.
vs. 24 – “em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto”.
No versículo 23 Jesus reconheceu que era chegada a sua hora de ser glorificado e passou a falar de sua morte que seria iminente.
Ao falar do grão de trigo, Jesus usa essa ilustração para demonstrar que a sua vida seria entregue para produzir muito fruto para Deus. Seria como uma semente plantada para produzir.
Tudo o que ocorrera naquele dia não deixou Jesus iludido, Ele sabia que seria levado a cruz e que isso era necessário.
Jesus fala da cruz, referindo-se ao ser levantado da terra, como gênero de morte que estava para morrer (vs. 32 e 33).
Jesus está consciente de que viera a esse mundo exatamente com a missão de morrer pelos homens. No versículo 27 estão registradas as palavras de Jesus: “… e que direi eu? Pai, salva-me dessa hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora”.
A multidão ouviu um alto som vindo dos céus e alguns acharam que era um trovão e outros que era a voz de um anjo. Era a voz do Pai que lhe dizia: “Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei” (vs. 28).
Assim como Jesus havia dito, como grão de trigo plantado na terra, Ele entregou a sua vida para produzir muitos frutos para Deus.
Dentre os que estavam em Jerusalém, haviam gentios, chamados no texto de gregos, os quais haviam ido a festa para adorar ao Senhor.
Ao verem as multidões aclamando a Jesus, esses gentios conseguiram falar com Filipe e lhe pediram: queremos ver Jesus.
O ministério de Jesus até então foi direcionado exclusivamente ao povo judeu, mas agora passa a chamar a atenção dos gentios.
Assim como aqueles gregos, nos dias atuais, há muitas pessoas querendo ver Jesus, mas estão sendo impedidas por obstáculos como a tradições religiosas, leis anticristãs e diversas outras razões.
O texto nos diz que Filipe procurou a André e juntos foram falar com Jesus sobre o desejo dos gregos. Esses discípulos entenderam a importância daquele momento e se dispuseram levar os gentios até Cristo Jesus.
Cumpre também a nós como igreja, abrir o caminho para que as pessoas possam conhecer a Jesus. O que temos feito?
Versículos de Mateus 10 do livro de Mateus da Bíblia.
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2Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão;
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Você sabia que, a cada quinze minutos, uma criança sofre violência sexual no Brasil? E sabia que 80 mil crianças e adolescentes estão em condições de trabalho doméstico condenáveis?¹ Consegue observar que a participação no mundo do crime e das drogas têm começado cada vez mais cedo? Essa realidade nos choca e nos coloca diante da necessidade de lutar pela preservação da infância.
A infância é uma fase crucial para o desenvolvimento físico, psíquico e cognitivo do indivíduo. Tudo o que é vivenciado nesse período da vida proporcionará efeitos na vida adulta. É fundamental que a criança se sinta protegida, que brinque, que estude, se relacione e se sinta estimulada em relação ao futuro. O desenvolvimento infantil acontece através do lúdico, isto é, a criança precisa brincar para crescer. Diante disso, observamos de maneira ainda mais grave o quanto colherão danos de uma infância de abuso e violência.
A Associação Vitória em Cristo leva tudo isso muito a sério, e a forma que conseguimos contribuir para a preservação da infância é apoiando projetos sociais que realizam trabalhos excelentes para crianças e adolescentes. Por exemplo, você conhece a missão que apoiamos na Paraíba? O Projeto Menina Abusada está presente 45 municípios em todo o Estado, que era conhecido por apresentar índices alarmantes quanto ao número de casos de exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes. O objetivo é sensibilizar e formar profissionais de saúde, de educação, ação social e conselheiros tutelares com a capacidade de identificar casos de abuso, saber como tratá-los e como preveni-los, garantindo sempre o direito do menor.
Em São Gonçalo (RJ), a Avec apoia a Comunidade S8, que oferece atividades socioeducativas para promover justiça social e prevenção do uso de drogas por crianças da região desde 1976. Antes ou depois de ir para a escola, participam de aulas de futsal, jiu-jitsu e xadrez. E está comprovado: o esporte é um poderoso aliado para prevenir e combater o crime.
Nas comunidades do Rio de Janeiro, como o Complexo da Maré e a Gardênia Azul, atua a Asbepe (Associação Beneficente Projeto Elikya), que oferece gratuitamente oficina de reforço de aprendizagem, de música, de esportes, de informática, de artes e apoio emocional. Além disso, oferece cursos profissionalizantes a crianças e adolescentes que pedem dinheiro em semáforos. As obras da Asbepe também alcançam crianças no Vale de Jequitinhonha (MG) e em Luanda, na Angola. Ainda na África, precisamos ressaltar a importância da missão em Guiné-Bissau, que anualmente proporciona alfabetização, educação e princípios bíblicos a mais de 500 crianças.
Essa luta também é sua. Não feche os olhos para a realidade das crianças. Se você quer ajudar, clique aqui e junte-se a nós e, sendo um Parceiro Ministerial da Avec, contribua com todos esses projetos.
Fonte: AVEC

O Jardim do Getsêmani foi o lugar da agonia de Jesus. Ali havia uma prensa de azeite, onde as azeitonas eram amassadas, para se extrair o óleo que servia de combustível para as lamparinas. Foi nesse jardim, no sopé do monte das Oliveiras, que Jesus se entristeceu, orou, chorou e sangrou. Foi ali que ele travou mais titânica batalha da humanidade. Foi ali que ele, em lágrimas, rogou ao Pai para passar dele o cálice. Foi ali que ele se prostrou com o rosto em terra e, de forma perseverante, orou e se sujeitou à vontade do Pai. Foi ali que ele foi consolado por um anjo e fortalecido pelo Pai, para caminhar vitoriosamente para a cruz.
No Getsêmani, Jesus enfrentou severa angústia. Essa angústia teve três níveis. Vejamos:
Em primeiro lugar, Jesus admite sua angústia para si mesmo (Mt 26.37). “E, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se”. Qual foi a causa da tristeza e da angústia de Jesus? Angustiou-se porque sabia que seria preso, julgado e condenado? Angustiou-se porque sabia que seria esbordoado e cuspido pelos membros do sinédrio judaico? Angustiou-se porque sabia que seus discípulos o abandonariam? Angustiou-se porque sabia que Judas o trairia, Pedro o negaria e Pilatos o sentenciaria a pena de morte? Angustiou-se porque sabia que seria pregado na cruz como um malfeitor? A resposta é mil vezes não! Angustiou-se porque sabia que sendo o Amado do Pai, seria abandonado por ele na cruz. Angustiou-se porque sendo santo, santo, santo seria feito pecado por nós. Angustiou-se porque sendo bendito eternamente, seria feito maldição, para que fôssemos benditos eternamente.
Em segundo lugar, Jesus admite sua angústia para seus discípulos (Mt 27.38). “Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo”. Muitas coisas, Jesus falou às multidões. Outras, falou apenas para seus discípulos. Quando foi tomado de tristeza e angústia, revelou isso apenas aos seus três discípulos mais chegados, Pedro, Tiago e João. Mas, quando chorou e suou sangue, fez isso sozinho. Aqui Jesus revela sua perfeita humanidade. Mesmo sabendo que ao se ferir o pastor, as ovelhas ficariam dispersas. Mesmo tendo pleno conhecimento de que Judas o trairia e Pedro o negaria, Jesus ordena a seus discípulos a ficarem com ele e a vigiarem com ele. Aquilo que era uma experiência íntima e pessoal, agora, é uma realidade compartilhada com seus discípulos mais próximos. Infelizmente, os discípulos não passaram no teste. Enquanto Jesus travava a mais renhida batalha em favor da nossa alma, seus discípulos se agarraram no sono. Em vez de vigiarem, dormiram; em vez de ficarem com Jesus, fugiram acovardados.
Em terceiro lugar, Jesus admite sua angústia para o Pai (Mt 27.39). “Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice. Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”. Jesus já havia admitido sua tristeza para si e para seus discípulos. Agora, admite-a diante do Pai. A batalha mais pesada foi travada no interior do Getsêmani, quando sozinho, Jesus prostrou-se com o rosto em terra, clamando ao Pai para passar dele o cálice. Três vezes Jesus orou, pedindo ao Pai a mesma coisa. Ele ofereceu, numa luta de sangrento suor, forte clamor e lágrimas àquele que poderia livrá-lo da morte. No Getsêmani, porém, Jesus sujeitou-se à vontade do Pai, e sorveu cada gota daquele cálice amargo da ira de Deus que deveria cair sobre nós. Ele tomou o nosso lugar como nosso representante e fiador. Ele levou sobre si as nossas iniquidades. Ele morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras. Agora, pela sua morte temos vida; pelo seu sangue temos redenção, pelo seu sacrifício temos plena salvação.
Hernandes Dias Lopes é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e diretor executivo da Editora Luz para o Caminho.
* O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.
Leia o artigo anterior: Avivamento espiritual na Universidade de Asbury
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