Profecia cumprida?
Autor explica impacto do
acordo de paz entre Israel
e Emirados Árabes
O histórico acordo entre Israel e os Emirados Árabes Unidos
está abrindo caminho para o avanço da paz no Oriente Médio.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS
ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 20 AGOSTO DE 2020 AS 10:16

O acordo entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, que normalizaram
suas relações diplomáticas por intermédio dos Estados Unidos na semana
passada, marcaram um movimento “histórico” no avanço da paz na região.
Este foi o primeiro acordo de paz entre Israel e um país árabe em 25 anos.
Por intermédio do presidente americano, Donald Trump, Israel concordou
em suspender seus planos de anexar partes da Judeia e Samaria, território
mais conhecido como Cisjordânia. Isso facilitou a retomada das relações
com os Emirados Árabes Unidos e potencialmente outros países árabes.
Por causa do acordo de paz, os dois países inclui o estabelecimento de
embaixadas, investimentos na economia, cooperação no comércio e voos
diretos entre Tel Aviv e Abu Dhabi. Outro elemento importante do acordo é
a expectativa de que os cidadãos do Emirados Árabes Unidos possam visitar
a mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém.
Em entrevista coletiva na Casa Branca nesta quarta-feira (19),
Trump disse que espera que a Arábia Saudita também venha a aderir ao acordo
de paz com Israel.
No primeiro comentário oficial da Arábia Saudita desde o anúncio do acordo,
seu ministro das Relações Exteriores disse que o reino sunita permanece
comprometido com a paz com Israel, com base na Iniciativa de Paz Árabe de 2002.
O acordo também fortalece a oposição regional ao Irã, visto pelos
Emirados Árabes Unidos, Israel e EUA como a principal ameaça
no Oriente Médio.
Por outro lado, de acordo com Jared Kushner, genro e conselheiro
sênior de Trump, os EUA estão dispostos a entrar em negociações de paz até
mesmo com o Irã, caso o presidente seja reeleito em novembro.
Os líderes palestinos se opuseram ao movimento de paz. Um porta-voz do
presidente Mahmoud Abbas, líder da Autoridade Palestina, disse que o acordo
equivale a “traição” e que iria retirar o embaixador palestino dos Emirados
Árabes Unidos. O presidente da Turquia, Recep Erdogan, ameaçou romper
relações diplomáticas com o país árabe.
Cenário de acordo com a Bíblia
De acordo com o escritor e especialista em Oriente Médio, Joel Rosenberg, a
reação da Turquia ao acordo de paz entre Israel e Emirados Árabes é reveladora.
“Quem você suspeitava que iria odiar esse acordo, odiou esse acordo”,
disse à CBN News.
“Por que isso é interessante? Porque a Turquia tem um
relacionamento [com Israel]. Eles têm normalização total com Israel. Então,
a ideia de que o suposto 'sultão' da Turquia está condenando um Estado
muçulmano por criar normalizar as relações com Israel, algo que ele já fez, é
ridícula e hipócrita”, explica Rosenberg.
“É um indicativo do fato de que Erdogan está levando seu país do campo
moderado para o campo mais radical do islamismo iraniano. E isso é um
problema muito sério a longo prazo”, ele acrescenta.
Rosenberg também acredita que este acordo tem conotações proféticas.
“O que vemos no livro de Ezequiel, capítulos 38 e 39, que fala sobre a
escatológica futura guerra de Gogue e Magogue, são os países árabes sendo muito
calmos e tranquilos em relação a Israel. Israel é reconstruído, pacífico, próspero, calmo,
seguro e então uma aliança russo-iraniana-turca se formado contra Israel”, ele observa.
O livro de Ezequiel, no capítulo 38, também fala sobre uma confederação de nações
vindo contra Israel, indicados como Gômer, Pute, Etiópia, Pérsia, Togarma, Gogue e Magogue.
“Não estou dizendo que a guerra de Gogue e Magogue é iminente”, explicou Rosenberg.
“Estou dizendo que as linhas de tendência de paz no Oriente Médio, com um eixo
russo-iraniano-turco, é exatamente para onde estamos caminhando. Essa é a trajetória,
e isso é algo que deve fazer com que todos os cristãos observem cuidadosamente e
continuem orando pela paz de Jerusalém”.
Ele ainda destaca: “É a cidade de Jerusalém que o presidente Erdogan e os
líderes do Irã dizem que um dia querem conquistar”.
Alexandrepfilho Via Guiame Gospel
suas relações diplomáticas por intermédio dos Estados Unidos na semana
passada, marcaram um movimento “histórico” no avanço da paz na região.
Este foi o primeiro acordo de paz entre Israel e um país árabe em 25 anos.
Por intermédio do presidente americano, Donald Trump, Israel concordou
em suspender seus planos de anexar partes da Judeia e Samaria, território
mais conhecido como Cisjordânia. Isso facilitou a retomada das relações
com os Emirados Árabes Unidos e potencialmente outros países árabes.
Por causa do acordo de paz, os dois países inclui o estabelecimento de
embaixadas, investimentos na economia, cooperação no comércio e voos
diretos entre Tel Aviv e Abu Dhabi. Outro elemento importante do acordo é
a expectativa de que os cidadãos do Emirados Árabes Unidos possam visitar
a mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém.
Em entrevista coletiva na Casa Branca nesta quarta-feira (19),
Trump disse que espera que a Arábia Saudita também venha a aderir ao acordo
de paz com Israel.
No primeiro comentário oficial da Arábia Saudita desde o anúncio do acordo,
seu ministro das Relações Exteriores disse que o reino sunita permanece
comprometido com a paz com Israel, com base na Iniciativa de Paz Árabe de 2002.
O acordo também fortalece a oposição regional ao Irã, visto pelos
Emirados Árabes Unidos, Israel e EUA como a principal ameaça
no Oriente Médio.
Por outro lado, de acordo com Jared Kushner, genro e conselheiro
sênior de Trump, os EUA estão dispostos a entrar em negociações de paz até
mesmo com o Irã, caso o presidente seja reeleito em novembro.
Os líderes palestinos se opuseram ao movimento de paz. Um porta-voz do
presidente Mahmoud Abbas, líder da Autoridade Palestina, disse que o acordo
equivale a “traição” e que iria retirar o embaixador palestino dos Emirados
Árabes Unidos. O presidente da Turquia, Recep Erdogan, ameaçou romper
relações diplomáticas com o país árabe.
Cenário de acordo com a Bíblia
De acordo com o escritor e especialista em Oriente Médio, Joel Rosenberg, a
reação da Turquia ao acordo de paz entre Israel e Emirados Árabes é reveladora.
“Quem você suspeitava que iria odiar esse acordo, odiou esse acordo”,
disse à CBN News.
“Por que isso é interessante? Porque a Turquia tem um
relacionamento [com Israel]. Eles têm normalização total com Israel. Então,
a ideia de que o suposto 'sultão' da Turquia está condenando um Estado
muçulmano por criar normalizar as relações com Israel, algo que ele já fez, é
ridícula e hipócrita”, explica Rosenberg.
“É um indicativo do fato de que Erdogan está levando seu país do campo
moderado para o campo mais radical do islamismo iraniano. E isso é um
problema muito sério a longo prazo”, ele acrescenta.
Rosenberg também acredita que este acordo tem conotações proféticas.
“O que vemos no livro de Ezequiel, capítulos 38 e 39, que fala sobre a
escatológica futura guerra de Gogue e Magogue, são os países árabes sendo muito
calmos e tranquilos em relação a Israel. Israel é reconstruído, pacífico, próspero, calmo,
seguro e então uma aliança russo-iraniana-turca se formado contra Israel”, ele observa.
O livro de Ezequiel, no capítulo 38, também fala sobre uma confederação de nações
vindo contra Israel, indicados como Gômer, Pute, Etiópia, Pérsia, Togarma, Gogue e Magogue.
“Não estou dizendo que a guerra de Gogue e Magogue é iminente”, explicou Rosenberg.
“Estou dizendo que as linhas de tendência de paz no Oriente Médio, com um eixo
russo-iraniano-turco, é exatamente para onde estamos caminhando. Essa é a trajetória,
e isso é algo que deve fazer com que todos os cristãos observem cuidadosamente e
continuem orando pela paz de Jerusalém”.
Ele ainda destaca: “É a cidade de Jerusalém que o presidente Erdogan e os
líderes do Irã dizem que um dia querem conquistar”.
Alexandrepfilho Via Guiame Gospel

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